221. 221. As prevenções dos apóstolos contraos pagãos e a parábola do filho disforme.


17 de julho de 1945.

221.1 – De Jábnia iremos a Acron? –perguntam, quando vão indo por uma campina muito fértil, onde os trigais estão dormindo o seu último sono ao sol, ao grande sol que os fez amadurecer, estendidos em feixes pelos campos roçados, e tristes como imensos leitos fúnebres, agora que não estão mais vestidos de espigas, mas de toneladas de trigo, esperando ser transportadas para outro lugar.

Mas, se os campos estão despojados, os pomares estão com veste de festa, com os frutos apressando-se para amadurecer, passando do verde ainda duro das frutinhas, para o mais tenro, amarelado ou rosado, tornado lustroso como por uma cera do fruto quando fica maduro, ou então os figos, abrindo os escrínios, arrebentando, em sua pele elástica, o muito doce escrínio do fruto-flor, e mostrando, para lá da fenda verde-branca, ou roxa e branca, a gelatina transparente e coberta de sementinhas mais escuras do que a polpa. As oliveiras, a qualquer ventinho leve, sacodem as suas gotas ovais de jade, presas a um pecíolo fino, por entre o verde prateado de suas ramagens, e as nogueiras solenes, conservam firmes os seus pedúnculos, os seus frutos, que incham por entre a casca felpuda, enquanto os amendoais acabam de amadurecê-los dentro do invólucro, que enruga o seu veludo e muda a cor dele, e as videiras entumecem seus bagos, ou já há até algum cacho, situado em posição favorável, que se atreve já até a acenar para o topázio transparente e para o rubi futuro do cacho maduro, enquanto as cactáceas da planície ou das encostas próximas se alegram com suas decorações, de dia para dia mais vivas, com seus óvulos de coral, que foram artisticamente colocados por algum alegre decorador no vértice das espátulas polpudas, que parecem mãos, fechadas em pequenas bainhas pungentes que estendem para o céu os frutos que elas criaram e amadureceram.

Palmeiras isoladas e alfarrobeiras viçosas fazem que nos lembremos muito da vizinha África e, enquanto as primeiras fazem ressoar as castanholas de suas folhas duras como um pente redondo, as outras já se vestiram de um esmalte verde escuro e ficam empertigadas, em sua compostura, trajadas com uma veste muito bela. Cabras louras e cabras negras, altas, ágeis, com longos chifres recurvos, de olhos mansos e atentos, estão pastando cactáceas, assaltando as piteiras carnosas e estes enormes pincéis de folhas duras e grossas que, como alcachofras abertas a partir do centro do coração, irrompem do candelabro da catedral, do caule gigante com sete braços, sobre o qual está em chamas a flor amarela e vermelha de agradável perfume.

A África e a Europa se dão as mãos, ao cobrirem o solo de belezas vegetais 221.2e, mal o grupo dos apóstolos deixa a planície para tomar um caminho que vai subindo por uma colina literalmente coberta de vinhedos, nesta sua encosta virada para o mar, — costa pedregosa, calcária, sobre a qual a uva vai tornar-se uma coisa preciosa, provinda da transformação de seu suco em xarope — eis que o mar, o meu mar, o mar de João, o mar de Deus, se mostra em sua vestimenta de seda rugosa e azul, e fala das lonjuras, do infinito, do poder, enquanto canta com o céu e com o sol o trio das glórias criadoras. E a planície se ostenta toda, em toda a sua ondulada beleza, como imitações de colinas com poucos metros de altura, misturadas com áreas planas, com dunas de ouro, até às cidades e povoados da beira-mar, brancas em contraposição ao azul.

– Como é belo! Como é belo! –murmura, extático, João.

– Mas, meu Senhor! Este rapaz vive de azul. Deves destiná-lo a ele. Parece estar vendo a esposa, quando vê o mar! –diz Pedro, que não faz muita diferença entre a água do mar e a do lago. E ri, bondosamente.

– Ele já está destinado, Simão. Todos vós tendes o vosso destino.

– Oh! Que bom! E a mim, para onde me mandas?

– Oh! Tu!…

– Dize-o a mim, sê bom!

– Para um lugar maior do que a tua e a minha cidade juntas, do que Magdala e Tiberíades juntas.

– Lá, então, eu me perderei.

– Não tenhas medo. Ficarás parecendo uma formiga sobre um grande esqueleto. Mas, indo e vindo, incansavelmente, ressuscitarás o esqueleto.

– Não estou entendendo nada. Fala mais claro.

– Entenderás, entenderás!… –e Jesus sorri.

– E eu?

– E eu?

Todos querem saber.

– Eu farei assim.

Jesus se inclina — estão ao longo da beira saibrosa de uma torrente, ainda muito cheia d’água no seu centro — e apanha um punhado de saibro muito fino. Depois o joga para o ar e ele cai, esparramando-se em todas as direções:

– Vede aqui. Só este grãozinho de areia me ficou por entre os cabelos. Vós também assim sereis espalhados.

– E Tu, meu irmão, representas a Palestina, não é? –pergunta sério, Tiago de Alfeu.

– Sim.

– Eu queria saber quem será o que vai ficar na Palestina –pergunta ainda Tiago.

– Toma este grãozinho de lembrança –e Jesus dá o grãozinho, que ficou entre os seus cabelos, ao seu primo Tiago, e sorri.

– Não poderias deixar-me na Palestina? Eu sou o mais apto, porque sou o mais grosseiro e, em nossa casa, eu ainda me viro. Mas fora!… –diz Pedro.

– Tu, pelo contrário, és o menos apto para ficares aqui.

221.3 Em vós existe uma prevenção contra o resto do mundo, e achais que é mais fácil evangelizar em terras de fiéis, do que nas dos idólatras e pagãos. Mas é justamente o contrário. Se refletísseis sobre o que nos oferece a verdadeira Palestina, em suas classes altas e também, ainda que menos, em seu povo, e se pensásseis que aqui, nos lugares em que o nome da Palestina é odiado, também o é o de Deus, desconhecido em sua verdadeira expressão, e aqui fomos recebidos, certamente não pior do que na Judeia, na Galileia, na Decápole, as vossas prevenções cessariam, e vós veríeis que é bem verdade o que Eu digo, ao dizer que é mais fácil convencer aos que não conhecem ao Deus Verdadeiro, do que aos do Povo de Deus, com sua idolatria cheia de sofismas, culpados mas que, orgulhosamente, ainda se julgam perfeitos, e que o que são querem continuar a ser. Quantas pedras preciosas, quantas pérolas os meus olhos estão vendo, onde vós só vedes terra e mar!

A terra das multidões que não são Palestina. O mar da Humanidade, que não é Palestina, e que, como mar, não pede mais que acolher os que procuram, para que lhes sejam dadas essas pérolas e que, como terra, só pede para ser rebuscada, para que ela deixe que suas pedras preciosas sejam apanhadas. Os tesouros estão por toda parte. Mas é preciso procurá-los. Cada torrão pode estar escondendo um tesouro, e estar nutrindo uma semente, todas as profundidades podem estar escondendo uma pérola. E então? Pretendereis talvez que o mar entrasse em uma grande perturbação em seu fundo, com grandes borrascas, até ao ponto de arrancar aos barrancos submarinos as ostras perolíferas, para abri-las depois sob o peso da batida de seus vagalhões, e oferecê-las assim, na praia, aos preguiçosos e aos medrosos que não querem correr perigos? Pretenderíeis que a terra fizesse uma planta de um grão de areia, e vos desse frutos, sem que désseis a ela uma semente? Não, meus queridos! É preciso esforço, trabalho, ousadia. Mas, sobretudo, não devem existir prevenções.

221.4 Vós, Eu o sei, desaprovais, uns mais, outros menos, esta viagem por entre os filisteus. Nem mesmo as glórias, que estas terras nos recordam, as glórias de Israel de que nos falam estes campos, fecundados pelo sangue hebreu derramado pela grandeza de Israel, daquelas cidades que foram arrebatadas uma por uma das mãos dos que as dominavam, para coroar com elas a Judá, e fazer com elas uma nação poderosa, são capazes de fazer-vos amar esta peregrinação E não vos digo que não vale para isso nem a ideia de estar preparando o terreno para que seja acolhido o Evangelho e a esperança de salvar espíritos. Nem vos quero dizer, entre as razões que apresento às vossas mentes, o quanto foi conforme a justiça esta viagem.

Está ainda por demais acima de vós este pensamento. A ele chegareis um dia. E, então, direis: “Nós pensávamos que fosse um capricho, pensávamos que fosse uma pretensão, pensávamos que fosse pouco amor do Mestre para conosco aquilo de ficar fazendo-nos andar por tão longe, por caminhos longos e difíceis, até correndo o risco de passar por situações perigosas. Mas, ao contrário, era amor, era previsão, era um aplainar de caminho para agora, que não o temos mais e que nos sentimos ainda mais desnorteados. Porque naquele tempo éramos como uns sarmentos, que vão para todas as direções, mas sabem que quem os está alimentando é a videira, e que ali perto está sempre a estaca robusta que a pode amparar, e agora somos sarmentos que devem criar trepadeira por si mesmos, tirando alimento, sim, da cepa da videira, mas sem terem mais a estaca a que se apoiarem.” Isto é o que vós direis e, então Me agradecereis.

E, além disso!… Não é bonito irmos assim, deixando cair centelhas de luz, notas de música, corolas celestes, perfumes da verdade, a serviço e em louvor de Deus, sobre regiões envoltas nas trevas, em corações mudos, sobre espíritos áridos como desertos, para vencermos os fedores da Mentira, e fazermos isso juntos, assim, Eu e vós, o Mestre e os Apóstolos, todos um só coração, um só desejo, uma só vontade? Que Deus seja conhecido e amado. Que Deus recolha todos os povos debaixo do seu pavilhão. Que onde ele estiver, todos estejam. Esta é a esperança, o desejo, a fome de Deus e esta é a esperança, a desejo, a fome dos espíritos, pois não são eles de raças diversas, mas são de uma única raça: a raça que Deus cria. E que, sendo todos filhos de um único Deus, têm os mesmos desejos, as mesmas esperanças, a mesma fome do Céu, da Verdade, do Amor real…

221.5 Parece que séculos de erro mudaram o instinto dos espíritos. Mas não é assim. O erro envolve as mentes. Porque as mentes estão unidas à carne, e se ressentem do veneno que foi inoculado por satanás na parte animal do homem. E assim o erro pode envolver o coração, porque também ele está inserido na carne, e se ressente dos tóxicos que estão nela. A tríplice concupiscência morde os sentidos, os sentimentos e o pensamento. Mas o espírito não está inserido na carne. E ficará atordoado pelos socos que satanás e a concupiscência lhe dão. Ele ficará quase cegado pelos baluartes da carne e pelos borrifos de sangue fervente do animal-homem, no qual ele está entranhado. Mas não mudou o seu desejo do Céu, de Deus. Não pode mudar.

Estais vendo a água pura desta torrente? Ela desceu do céu, e ao céu voltará, por meio das evaporações das águas, sob a ação do vento e do sol. Desce e torna a subir. O elemento não se consome, mas volta às suas origens.

O espírito volta às origens. Esta água que está aqui entre estas pedras, se soubesse falar, vos diria que deseja voltar ao alto, para ser impelida pelos ventos, através dos belos campos do firmamento, leve, branca ou também cor de rosa, nas auroras, ou cor de cobre pálido, ao pôr do sol, ou arroxeada como uma flor nos crepúsculos, quando as estrelas já estão presentes; e ela vos diria que gostaria de servir de crivo para as estrelas, que ficam olhando através das clareiras dos cirros, a fim de fazer que os homens se lembrem do Céu ou, então, de véu para que a Lua não veja as maldades da noite, em vez de ficar aqui encerrada em diques, ameaçada de ser transformada em lama, constrangida a ficar vendo conúbios de cobras e de rãs, quando ela ama tanto a liberdade solitária, na atmosfera. Também os espíritos, se ousassem falar, diriam todos a mesma coisa: “Dai-nos Deus! Dai-nos a Verdade!” Mas não o dizem porque sabem que o homem não lhes presta atenção, não os compreende, ou zomba da súplica dos “grandes mendicantes”, dos espíritos que procuram a Deus, por causa de sua tremenda fome. A fome da Verdade.

221.6 Estes idólatras, estes romanos, estes ateus, estes infelizes que, ao andar encontramos e que sempre encontrareis, estes desprezados em seus desejos de Deus, ou por política, ou por um egoísmo familiar, ou por uma heresia nascida de um coração podre, e proliferada numa nação, eles têm fome. Eles estão com fome! Eu tenho piedade deles. E, não teria Eu piedade, sendo Este que sou? Se Eu provejo o alimento para o homem e para o pássaro, tendo piedade deles, porque não iria Eu ter piedade dos espíritos, para os quais se colocaram obstáculos para não serem do Verdadeiro Deus, e que estendem os braços de seus espíritos, dizendo: “Estamos com fome!”? Achais que eles são maus? Que sejam uns selvagens? Incapazes de chegarem a amar a Religião de Deus e a Deus? Estais enganados. São espíritos à espera de amor e de luz.

Esta manhã fomos despertados pelos berros ameaçadores do bode, que queria afugentar aquele canzarrão, que veio me farejar. E vós ficastes rindo, olhando como o bode fazia movimentos ameaçadores com os seus chifres, depois de ter arrebentado a cordinha com que estava amarrado na árvore, debaixo da qual nós dormíamos, vindo colocar-se entre Mim e o cão, com apenas um salto, sem pensar que podia ser atacado e degolado por aquele molosso, numa luta desigual, em defesa de Mim. Igualmente os povos, que a vossos olhos parecem bodes selvagens, saberão lançar-se corajosamente na defesa da fé em Cristo, quando ficarem sabendo que Cristo é Amor, que os convida a acompanhá-lo. Convida-os. Sim. E vós deveis ajudá-los a vir.

221.7 Ouvi uma parábola.

Um homem se casou, tendo tido muitos filhos de sua mulher. Mas um deles nasceu defeituoso no corpo e, pelas aparências, era de raça diferente. O homem achou aquilo uma desonra e não teve amor para com ele, ainda que o filho fosse inocente. O menino cresceu sem ser cuidado, entre os mais desclassificados dos servos e por isso até os irmãos o consideravam inferior a eles. A mãe, tendo morrido ao dá-lo à luz, não podia controlar a dureza do pai, nem impedir o desprezo dos irmãos, corrigir as ideia s erradas, nascidas do pensamento selvagem do menino. Ele era uma pequena fera, mal suportada naquela casa pelos filhos que eram estimados.

O menino assim tornou-se homem. E, tendo chegado ao uso da razão com algum atraso, foi atingindo finalmente a maturidade e compreendeu que não era ser filho viver daquele modo nos currais, receber um pedaço de pão e uma veste rasgada e nunca um beijo, nunca uma palavra, nunca um convite para entrar na casa paterna. E ele sofria, sofria, gemendo em sua toca: “Pai! Pai!” E mordia o seu pão, mas ficava com uma grande fome em seu coração. Cobria-se com a veste, mas um grande frio lhe ficava no coração. Tinha por amigos os animais e alguns piedosos da região. Mas tinha a solidão em seu coração. “Pai! Pai!”… Ouviam-no os servos, os irmãos, os concidadãos, gemendo sempre daquele modo, como louco. É “louco”, diziam.

Enfim um servo ousou ir até ele, que já se tinha tornado como uma fera, e lhe disse: “Por que não te vais jogar aos pés do pai?” “Eu o faria, mas não tenho coragem.” “Por que não vais para casa?” “Eu tenho medo.” “Mas, tu gostarias de ir?” “Oh! Sim! Porque é disso que eu tenho fome, e por isso que eu tenho frio e me sinto sozinho como num deserto. Mas eu nem sei como se vive na casa de meu pai.” Aquele servo bom começou, então, a instruí-lo, a torná-lo melhor de aparência, a tirar-lhe aquele horror de ser malvisto pelo pai, dizendo-lhe: “Teu pai te quereria, mas não sabe se gostas dele. Tu o evitas sempre… Tira de teu pai o remorso por ter agido de um modo severo demais e o pesar dele por saber que vives fora de casa. Vem. Os irmãos também não querem mais zombar de ti, porque eu narrei-lhes a tua dor.”

E certa tarde o filho foi, guiado por aquele servo bom, à casa do pai, e gritou: “Meu pai, eu te amo! Deixa-me entrar!…”

O pai, que, já velho e triste, estava pensando em seu passado e em seu futuro eterno, soluçou, ao ouvir aquela voz, e disse: “A minha dor se atenua, afinal, porque na voz do filho deficiente eu ouvi a minha, e o amor dele é prova de que ele é sangue do meu sangue, e carne da minha carne. Que ele venha, pois, tomar o seu lugar junto aos seus irmãos, e bendito seja o servo bom que fez ficar completa a minha família, pondo o filho rejeitado no meio de todos os filhos do pai.”

221.8 Esta é a parábola. Mas na aplicação dela vós deveis pensar que o Pai dos deficientes espirituais é Deus — porque deficientes espirituais são os cismáticos, os hereges, os separados, — e Deus foi constrangido a usar de rigor pelas deficiências voluntárias, que eles mesmos quiseram. Mas o amor dele nunca falha no que promete. Ele os espera. Levai-os a Ele. É o vosso dever.

Eu já vos ensinei a dizer: “Dai-nos hoje o nosso pão, ó Pai nosso.” Mas, sabeis vós o que quer dizer “nosso”?

Não quer dizer vosso, de vós doze. Não é vosso, como discípulos de Cristo. Mas é vosso como homens. Para os presentes e para os futuros. Para os que conhecem a Deus e para os que não o conhecem. Para os que amam a Deus e ao seu Cristo, e para os que não o amam ou o amam mal. Eu pus sobre os vossos lábios a oração por todos. Eu vos disse que a minha oração é universal e que durará, enquanto durar a terra. Mas vós deveis rezar universalmente, unindo as vossas vozes e os vosso corações de apóstolos e discípulos da Igreja de Jesus àquelas e àqueles que pertencem a outras Igrejas, que serão cristãs mas não apostólicas. E deveis insistir, porque sois irmãos, vós na casa do Pai, eles fora da casa do Pai comum, com a sua fome, sua saudade, até que seja dado a eles, como a vós o “pão” verdadeiro, que é o Cristo do Senhor, servido nas mesas apostólicas, e não em outras mesas em que é servido misturado com alimentos impuros. Perseverai, até que o Pai tenha dito a estes irmãos “deficientes”: “A minha dor se atenua em vós, em vossa voz Eu ouvi a voz e as palavras do meu Unigênito e Primogênito. Sejam benditos os servos, que vos trouxeram à Casa do vosso Pai, para que a minha Família fique completa.” Servos de um Deus infinito, deveis pôr a infinidade em todas as vossas intenções.

Entendestes?

221.9Eis Jábnia. Certa vez, daqui foi levada a Arca para Acron, que não pôde guardá-la, e a remeteu para Betsames. A Arca torna a ir a Acron. João, vem comigo. Vós permanecei em Jábnia e sabei refletir e falar. A paz esteja convosco.

E Jesus lá se vai com João e com o bode que, berrando, vai também atrás deles, como um cão.