580. 580. Críticas de Iscariotes e profecias sobre Israel.Milagres no caminho de Jericó a Betânia.


17 de março de 1947.

580.1Este é um amanhecer que apenas espalha a sua alvura por sobre o tom levemente rosado da aurora. O silêncio e o frescor dos campos vão se modificando, pouco a pouco, e se enfeitando agora com os cantos dos passarinhos que já acordaram.

Jesus sai da casa de Nique por primeiro, encosta a porta com cuidado e se dirige para o verde pomar, onde já estão soltando suas afinadas notas as tutinegras e, flauteando os seus cantos, os melros.

Mas Ele não chegou ainda ao pomar quando de lá vêm vindo quatro pessoas. São quatro daquelas que estavam ontem naquele grupo desconhecido e que não tinham descoberto os seus rostos. Eles se prostram até o chão e, à ordem e à pergunta que Jesus lhes faz depois de tê-los saudado com a sua saudação de paz: “Levantai-vos! Que quereis de Mim?”, eles se levantam, jogam para trás os mantos e os capuzes de linho nos quais eles haviam escondido os rostos como fazem os beduínos.

Eu reconheço o rosto pálido e magro do escriba Joel de Abias, que foi visto na visão da Sabéia1. Os outros me são desconhecidos até o momento em que vão dizendo os seus nomes:

– Eu, Judas de Beteron, o último dos verdadeiros assideus, amigos de Matatias Asmoneu.

– Eu, Eliel e meu irmão Elcana de Belém de Judá, irmãos de Joana, a tua discípula, e não há para nós título maior do que este. Estávamos ausentes quando eras forte, e estamos presentes agora que estás sendo perseguido.

– Eu, Joel de Abias, de olhos cegos durante tanto tempo, mas agora abertos para a Luz.

– Eu já me havia despedido de vós. Que quereis de Mim?

– Dizer-te que, se estamos cobertos, não é por causa de Ti, mas…

–diz Eliel.

– Vamos! Falai!

– Sim… Fala tu, Joel. Porque tu és quem sabe mais do que todos…

580.2– Senhor… O que eu sei é tão… horrendo… Eu gostaria que nem o chão soubesse, ouvisse o que eu estou para dizer…

– Em verdade a terra irá estremecer. Mas não Eu. Porque Eu sei o que queres dizer. Mas fala assim mesmo…

– Se já o sabes… deixa que meus lábios não tremam ao dizerem estas coisas horríveis. Não é que eu pense que Tu estejas mentindo, quando dizes que sabes, mas é porque…

– Sim. Porque é uma coisa que brada ao Senhor. Mas Eu a direi para persuadir a todos de que Eu conheço os corações dos homens. Tu, como membro do Sinédrio, mas conquistado para a Verdade, descobriste uma coisa que não aguentas carregar sozinho. Porque é muito grande. E foste procurar estes, verdadeiros judeus nos quais há unicamente o espírito bom, para te aconselhares com eles. Fizeste bem, ainda que nada ajude o que fizeste. O último dos assideus estaria pronto a repetir o gesto2 do rei profeta, do qual Eu descendo pela Mãe: “Aquele que comia do meu pão levantou o calcanhar contra Mim.” Eu sei. Eu morreria duas vezes se pudesse impedir que ele cometa o delito — mas a esse ponto… a sua vontade se entregou à Morte, e Deus não força a liberdade do homem — mas que, pelo menos… oh! Que pelo menos ao choque pelo horror cometido o jogasse arrependido aos pés de Deus… Por isso, tu, Judas de Beteron, advertitas, ontem, Manaém para que se calasse. Porque a serpente estava presente e podia fazer mal ao discípulo, e não somente ao Mestre. Não. Somente o Mestre é que será atacado. Não temais. Não será por Mim que tereis sofrimentos e desventuras. Mas pelo delito de todo o povo tereis, todos vós, aquilo que disseram os profetas. 580.4Infeliz, infeliz de minha Pátria! Infeliz desta terra que conhecerá o castigo de Deus! Infelizes os seus habitantes e os meninos que agora Eu abençoo e quero salvos, e que, mesmo sendo inocentes, quando adultos, sofrerão, sofrerão a mordida da maior das desventuras. Olhai para esta vossa terra viçosa, bela, florida como um tapete, admirável, fértil como um Éden… Imprimi a beleza dela em vossos corações, e depois… quando Eu voltar de onde vim, fugi. Fugi enquanto puderdes fazê-lo, antes que, como uma ave de rapina do inferno, a desolação e a ruína caiam sobre vós e vos destruam e esterilizem, e vos queimem mais do que em Gomorra, mais do que em Sodoma… Sim. Mais do que lá, que não passou de uma morte repentina. Aqui… Joel, tu te lembras de Sabeia? Ela profetizou pela última vez o futuro do Povo de Deus que não quis aceitar o Filho de Deus.

Os quatro ficam assombrados. O medo do futuro os faz ficar mudos. Finalmente fala Eliel:

– E Tu, que é que nos aconselhas a fazer?…

– Sim… Ide. Nada haverá mais aqui que sirva para ocupar os filhos do povo de Abraão. Aliás, especialmente vós, que sois os principais, não vos deixariam… Os poderosos, quando são feitos prisioneiros, servem para embelezar o triunfo dos vencedores. O Templo novo é imortal, encherá de si a terra, e todo aquele que me procurar, me encontrará, porque Eu estarei em todos os lugares onde um coração me amar. Ide. Levai embora as vossas mulheres, vossos filhos e os velhos… Vós me ofereceis salvação e ajuda. Eu vos dou um conselho para a salvação e vos ajudo com esse conselho… Não o desprezeis.

– Mas a esse ponto… o que mal Roma poderá nos fazer? Dominados já estamos. E se dura é a lei deles, é verdade também que Roma construiu casas e cidades e…

– Na verdade, nenhuma das pedras de Jerusalém ficará sem ser tocada. O fogo, o aríete, as fundas, os dardos derrubarão, atormentarão, revolverão cada uma das casas, e a cidade sagrada virará uma espelunca, e não somente ela. Virará uma espelunca esta nossa Pátria. Ela virará um pasto de burros selvagens e de lâmias, como dizem3 os profetas. E não por um ou mais anos, nem por séculos, mas para sempre. O deserto, a aridez, a esterilidade… Eis a sorte reservada para estas terras! Um campo de contendas, lugar de torturas, sonho de reconstrução sempre destruída por uma condenação inexorável, tentativas de ressurgirem, mas mortas logo ao nascerem. A sorte da Terra que rejeitou o Salvador e quis uma orvalhada de fogo sobre os culpados.

580.5– Não… Não haverá nunca mais um Reino de Israel? Não seremos nunca mais aquilo que é o nosso sonho? –perguntam, ansiosos, os três judeus notáveis.

O escriba Joel se põe a chorar…

– Já observastes uma árvore já velha e com seu miolo destruído pela doença? Durante anos, ela veio vegetando com muita dificuldade, com tanta dificuldade que ela não floresce nem dá fruto. Apenas uma ou outra folha nos ramos nos diz que ainda há um pouco de seiva que sobe… Depois, no mês de abril, ei-la milagrosamente florida e coberta de numerosas folhas. E o dono dela fica alegre, depois dos tantos anos que cuidou dela sem que ela produzisse frutos, e agora ele se alegra, pensando que a planta está curada e que volta a ficar viçosa, depois daquele longo período de enfraquecimento… Oh! Engano! Depois daquela exuberante explosão de vida, eis a morte súbita. As flores caem, as folhas e os frutinhos, que pareciam ter vingado sobre os ramos e até prometiam uma boa colheita e, com um repentino barulho, a árvore desaba sobre o solo. Ela estava apodrecida em sua base. Assim acontecerá com Israel. Depois de séculos de um estéril vegetar disperso, ele se reunirá sobre o velho tronco. E terá uma aparência de reconstrução. Afinal, estará reunido o Povo disperso. Reunido e perdoado. Sim. Deus esperará aquela hora para interromper a série dos séculos. Não haverá mais séculos, mas já será a eternidade. Felizes daqueles que, tendo sido perdoados, formarão a florescência fugaz do último Israel, que se tornou, depois de tantos séculos, de Cristo; e morrerão redimidos, junto com todos os povos da terra, felizes com aqueles que, entre eles, não só conheceram a minha existência, mas abraçaram a minha Lei de Salvação e de Vida. 580.6Estou ouvindo as vozes dos meus apóstolos. Ide, antes que eles cheguem…

– Não é por vileza, Senhor, que procuramos permanecer desconhecidos. Mas é para servir-te. Para podermos servir-te. Se se soubesse que nós, e especialmente eu, viemos a Ti, seríamos excluídos das deliberações… –diz Joel.

– Compreendo. Mas tomai cuidado, porque a serpente é astuta. E tu, de modo especial, toma cuidado, Joel…

– Oh! Eles me matariam! Eu preferiria a minha morte à tua. E não ver os dias de que falas! Abençoa-me, Senhor, para dar-me forças…

– Eu vos abençoo, a todos, em Nome do Deus uno e trino, e em Nome do Verbo encarnado, para ser a salvação dos homens de boa vontade.

Ele os abençoa coletivamente, com um amplo gesto, e depois pousa a mão sobre as cabeças inclinadas de um por um dos quatro, que estão a seus pés.

Depois eles se levantam, cobrem de novo seus rostos e entram pelo meio do pomar e das sebes de amoreiras, que separam as pereiras das macieiras, e estas das outras árvores, quando em grupo já vão saindo da casa os doze apóstolos, procurando o Mestre, para se porem a caminho.

580.7E Pedro diz:

– Na frente da casa, do lado da cidade, está uma multidão de gente, que com dificuldade conseguimos conter, para te deixarem rezar. Eles querem acompanhar-te. Ninguém daqueles que Tu despediste foi-se embora. Pelo contrário, muitos voltaram atrás, e muitos outros foram chegando. Nós os repreendemos.

– Por quê? Deixai que me acompanhem. Antes fizessem todos assim. Vamos!

E Jesus, tendo arrumado bem o manto que João lhe entregou, põe-se à frente dos seus, chega até a casa, dá uma volta ao redor dela, entra pelo caminho que vai para Betânia e, em voz alta, entoa um salmo.

As pessoas, que formam uma verdadeira multidão, em primeiro lugar todos os homens, depois as mulheres e as crianças, o acompanham, cantando com Ele…

A cidade já vai ficando longe, para dentro do seu cinturão verde. A estrada está sendo percorrida por muitos peregrinos. E às margens, há muitos mendigos que fazem seus queixumes para que a multidão tenha dó deles, e assim eles ganhem boas esmolas. Há aleijados, estropiados, cegos… É a costumeira miséria que em todos os tempos e em todos os lugares se reúne lá onde alguma festa atrai o povo. E se os cegos não veem os que vão passando, os outros veem; e conhecendo a bondade do Mestre para com os pobres, lançam os seus gritos com mais força do que de costume, a fim de chamar a atenção de Jesus. Mas esses não pedem milagres. Somente uma esmola. E Judas dá a esmola.

580.8Uma mulher de condição social mediana para o seu burrinho, sobre o qual ela está na sela, perto de uma árvore robusta cuja sombra cobre uma encruzilhada, e fica esperando Jesus passar. E quando Ele já vem perto, ela desliza de sua cavalgadura e se prostra, com dificuldade, porque ela tem nos braços uma criancinha já quase sem vida.

Levanta-a sem dizer uma palavra. Seus olhos rezam na face aflita. Mas Jesus está cercado de pessoas, e não vê a pobre mãe ajoelhada às margens do caminho. Um homem e uma mulher, que parecem estar na companhia de sua mãe aflita, falam com ela.

– Não há nada para nós –diz o homem, balançando a cabeça.

E a mulher:

– Patroa, Ele não te viu. Chama-o com fé e Ele te ouvirá.

A mãe lhe dá ouvidos e grita bem alto, a fim de vencer o barulho dos cantos e dos passos:

– Senhor, tem piedade de mim!

Jesus, que já ia a alguns metros à frente, para e se vira para ver quem foi que gritou, e a serva diz:

– Patroa, Ele está te procurando. Levanta-te, então, e vai até Ele, e Fabia será curada.

E a ajuda a levantar-se guiando-a até o Senhor, que lhe diz:

– Quem me chamou venha até Mim. É tempo de misericórdia para quem sabe esperar nela.

As duas mulheres abrem caminho. Na frente vai a serva para preparar a passagem para a mãe, e atrás vem a mãe, e já estão quase para chegar a Jesus quando uma voz grita.

– O meu braço perdido. Olhai. Bendito seja o Filho de Davi, o sempre poderoso e santo, nosso verdadeiro Messias!

Acontece uma verdadeira confusão, porque muitos voltam para trás, e os da multidão estão esbarrando uns nos outros, fazendo o movimento de ondas, umas contra as outras, ao redor de Jesus. Todos querem saber, todos querem ver… E fazem perguntas a um velho, que está agitando seu braço direito como se fosse uma bandeira, e ele responde:

– Ele havia parado. Eu consegui pegar a aba do seu manto e cobrir-me com ela, e uma coisa assim como um fogo correu por dentro do meu braço morto e ele ficou vivo, e aqui está: está como o esquerdo, só porque tocou na veste dele.

580.9Então, Jesus pergunta à mulher:

– Que queres?

Ela estende nos braços sua filha, e diz:

– Esta também tem direito à vida. Ela não pediu para ser de um lugar ou de outro, de um sangue ou de outro. Eu sou a culpada. Eu é que estou sendo punida. E não ela!

– Esperas que a misericórdia de Deus seja maior do que a dos homens?

– Eu espero, Senhor. Eu creio, por mim e pela minha filha, à qual eu espero que Tu dês pensamento e movimento. Dizem que Tu és a Vida… –e chora.

– Eu sou a Vida. Quem crê em mim terá a vida do espírito e dos membros. Eu quero!

E Jesus gritou estas palavras em voz alta, e agora abaixa a mão para a menina inerte, e ela estremece, dá um sorriso, e diz uma palavra:

– Mamãe!

– Ela estremeceu! Está sorrindo. Ela falou. Fábio! Patrão!

As duas mulheres acompanharam as fases do milagre e as foram proclamando em voz alta. E foram chamar o pai, que vem abrindo alas por entre a multidão e chega até perto das mulheres, quando elas já estão aos pés de Jesus, chorando, enquanto a serva diz:

– Eu te havia dito que ele tem piedade de todos.

E a mãe diz:

– E agora perdoa-me também o meu pecado.

– O Céu não te está mostrando, com esta graça concedida, que o teu erro está perdoado? Levanta-te e caminha. Por um caminho novo, com a tua filha e o homem que escolheste. Vai. A paz esteja contigo, menininha. E a ti, fiel israelita. Muita paz a ti, pela tua fidelidade a Deus e à filha da família para a qual trabalhavas, e que com o teu comportamento conservaste dentro da Lei. E a paz também a ti, homem, que tens sido mais respeitoso para com o Filho do Homem do que muitos outros de Israel!…

Jesus está se despedindo da multidão e, tendo deixado o velho, agora interessado pelo novo milagre feito sobre a menina paralítica e inepta, talvez por uma meningite, e que está pulando feliz, dizendo as únicas palavras que ela sabe, as que ela talvez já soubesse quando ficou doente, e as torna a encontrar em sua memória ressuscitada:

– Papai, mamãe, Elisa, o belo sol! As flores!…

580.10Jesus dá uns passos, querendo ir-se, mas da encruzilhada, que já havia ficado atrás, perto dos burrinhos deixados sem cuidados pelos miraculados, outros dois gritos se ouvem, cheios de lamentações, e naquela característica cadência dos hebreus:

– Jesus, Senhor! Filho de Davi, tem piedade de mim!

E, de novo, ainda mais forte, a fim de dominar os gritos da multidão, que está dizendo:

– Calai-vos. Deixai passar o Mestre. Longo é o caminho, e o sol está cada vez mais quente. Que Ele possa chegar sobre as colinas antes do calor forte.

E gritam de novo:

– Jesus, Senhor, Filho de Davi, tem piedade de mim.

Jesus para de novo, e diz:

– Ide buscar aqueles que estão gritando e trazei-os aqui.

Alguns de boa vontade lá se vão. Chegam onde estão os dois cegos, e dizem:

– Vinde. Ele tem piedade de vós. Levantai-vos, que ele vos quer ouvir. Ele nos mandou chamar-vos em seu nome –e procuram guiar os dois cegos, por entre a multidão.

Mas um deles se deixa guiar, enquanto o outro, que é mais jovem, e que tal vez tenha mais fé, vai à frente por si só com o seu bastão estendido para diante, com aquele característico sorriso e com aquela maneira própria dos cegos, vai, com o rosto levantado, procurando a luz… e até parece que o seu anjo o esteja guiando, pelo modo rápido e seguro com que ele vai. Se ele não tivesse os olhos brancos, não pareceria cego. Ele chega por primeiro diante de Jesus, que o faz parar, dizendo:

– Que queres que Eu te faça?

– Que eu veja, Mestre. Faze, ó Senhor, que os meus olhos e os do meu companheiro se abram.

E tendo chegado o outro cego, fazem-no ajoelhar-se ao lado do companheiro.

Jesus pousa as mãos sobre as faces deles e as levanta, dizendo:

– Seja feito como pedis. Ide! A vossa fé vos salvou!

Ele depois tira as mãos, e dois gritos saem dos lábios dos dois cegos:

– Eu estou vendo, Uriel!

– Eu estou vendo, Bartimeu!

E depois dizem juntos:

– Bendito o que vem em Nome do Senhor! Bendito Aquele que no-lo mandou! Glória a Deus! Hosana ao Filho de Davi.

E com os dois rostos no chão, beijam os pés de Jesus, e depois se levantam, os dois que eram cegos, e o chamado Uriel diz:

– Vou mostrar-me aos meus pais e depois volto para seguir-te, ó Senhor!

Mas Bartimeu diz assim:

– Eu não te deixo. Mandarei avisar os meus pais. Será sempre uma alegria. Mas separar-me de Ti, não. Tu me deste a vista. E eu te consagro minha vida. Tem piedade deste desejo do último dos teus servos.

– Vem e me acompanha. A boa vontade iguala todas as condições e só é grande quem melhor sabe servir ao Senhor.

E Jesus torna a tomar o caminho por entre os hosanas da multidão, e Bartimeu se mistura com ela e vai cantando hosanas, como os outros, e dizendo:

– Eu tinha vindo atrás de um pão e encontrei o Senhor. Eu era pobre e agora sou ministro do Rei santo! Glória ao Senhor e ao seu Messias…

1 visão da Sabéia, que está no capítulo 525.
5 o gesto, narrado em: 1 Maccabei 2,42-48.
6 necessidade justificou Davi, como se narra em: 1 Samuel 21,2-7.
2 foi falado, em: Salmo 41,10.
3 dizem, por exemplo, em: Isaías 32,14; 34,14; Jeremias 14,6; Daniel 5,21.


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