613. 613. A Paixão de Jesus e de Mariae a Compaixão de João.
20 de fevereiro de 1944.
613.1Agora, já é noite. Diz Jesus:
– Tu viste quanto custa ser Salvadores. Viste em mim e em Maria. Conheceste as nossas torturas, e viste com que generosidade, com que heroísmo, com que paciência, com que humildade, com que constância, com que fortaleza as suportamos pela caridade de salvar-vos.
Todos aqueles que pedem ao Senhor Deus para fazer deles “salvadores”, devem pensar bem que Eu e Maria somos os modelos e que aquelas são as torturas que devem compartilhar para salvar. Não serão a cruz, os espinhos, os pregos, os flagelos materiais. Serão outras, de outra forma e natureza. Mas igualmente dolorosos e consumam igualmente. E é somente consumando o sacrifício entre aquelas dores que é possível tornar-se salvadores.
É uma missão austera. A mais austera de todas. Em relação a esta, a vida do monge e da monja da regra mais severa é uma flor comparada a um monte de espinhos. Porque esta não é uma regra de Ordem humana. Mas Regra de um sacerdócio, de uma consagração divina, cujo Fundador sou Eu, Eu que consagro e acolho em minha Regra, em minha Ordem, os seus eleitos, e imponho a eles o meu hábito: a Dor total, até o sacrifício.
613.2Tu viste os meus sofrimentos. Eles foram direcionadas para reparar as vossas culpas. Nada em meu Corpo foi excluído disso, porque nada no homem é ausente de culpa e todas as partes do vosso eu físico e moral — aquele eu que Deus vos deu com uma perfeição de obra divina e que vós aviltastes com a culpa do progenitor e com as vossas tendências ao mal, com a vossa vontade ruim — são instrumentos de que vos servis para realizar o pecado.
Mas Eu vim para anular os efeitos do pecado com meu Sangue e a minha dor, lavando as vossas partes físicas e morais neles, para limpá-las e para torná-las fortes contra as tendências culpáveis.
613.3As minhas Mãos foram feridas e aprisionadas, depois de serem forçadas a levar a Cruz, para reparar todos os delitos feitos pela mão do homem. Desde aqueles verdadeiros delitos, como segurar e manobrar uma arma contra um irmão tornando-vos Cains, como aqueles de roubar, de escrever falsas acusações, de fazer atos contra o respeito do vosso e dos outros corpos, e de ficar no ócio, que é terreno propício dos vícios. Pela vossa ilícita liberdade das mãos fiz crucificar as minhas, pregadas ao lenho, privando-as de todo movimento mais do que lícito e necessário.
Os Pés de vosso Salvador, depois de terem-se afadigado e contundido sobre as pedras de meu caminho de Paixão, foram transpassados, imobilizados para reparar todo o mal que vós fazeis com os pés, fazendo deles o meio para ir aos vossos delitos, furtos, fornicações. Assinalei as vias, as praças, as casas, as escadas de Jerusalém, para purificar todas as vias, praças, escadas e casas da terra, de todo o mal que havia nascido dentro e sobre elas, semeado nos séculos passados e nos séculos futuros pelo vosso mal querer, obediente às instigações de Satanás.
613.4As minhas Carnes foram maculadas, contundidas, laceradas para punir em Mim todo o culto exagerado, a idolatria que vós dais à vossa carne e à de quem amais por capricho dos sentidos e também por afeto, que em si não é reprovável, mas que tornais tal, amando um progenitor, um cônjuge, um filho, um irmão mais do que amais a Deus.
Não. Sobre todo amor e todo vínculo na terra há, deve haver o amor pelo Senhor Deus vosso. Nenhum, nenhum outro afeto deve ser superior a este. Amai os vossos entes queridos em Deus, não acima de Deus. Amai com tudo de vós mesmos a Deus. Isso não impedirá o vosso amor, a ponto de vos tornardes indiferentes aos que estão próximos, mas antes alimentará o vosso amor por eles com a perfeição desejada por Deus, porque quem ama Deus tem Deus em si e, tendo Deus, tem a Perfeição.
Eu fiz de minhas Carnes uma chaga para lavar as vossas do veneno dos sentidos, do despudor, do desrespeito, da ambição e admiração pela carne destinada a tornar-se pó. Não é com o culto à carne que se leva a carne à beleza. É com a separação dessa que se dá a ela a Beleza eterna no Céu de Deus.
613.5A minha Cabeça foi torturada por mil torturas: as batidas, o sol, os gritos, os espinhos, para reparar as culpas de vossa mente. Soberba, impaciência, falta de suportação do sofrimento pululam como cogumelos em vossa cabeça. Eu fiz da Cabeça um órgão torturado, fechado em escrínio decorado de sangue, para reparar tudo o que brota de vosso pensamento.
A única coroa que eu quis, tu viste. A coroa que só um louco ou um supliciado pode levar. Ninguém que seja são de mente (humanamente falando) e livre de si, se impõe tal coroa. Mas Eu era julgado um louco, e louco, sobrenaturalmente, divinamente louco era, querendo morrer por vós que não me amais ou que me amais tão pouco, querendo morrer para vencer o Mal em vós, sabendo que o amais mais que a Deus, e Eu estava à mercê do homem, seu prisioneiro, seu condenado. Eu, Deus, condenado pelo homem.
Quantas impaciências vós tendes por quase nada, quantas incompatibilidades por coisas vãs, quantas dificuldades para aceitar o mal-estar! Mas olhai o vosso Salvador. Meditai o que deveria haver de excitante naquele fincar contínuo em novos lugares, naquele enroscar-se nas mechas dos cabelos, naquele movimentar-se contínuo sem permitir mover a cabeça ou apoiá-la de modo algum que não provocasse tormento! Mas pensai o que eram para minha Cabeça torturada, dolorosa, febril, os gritos da multidão, as batidas, o sol quente! E refleti que dor Eu deveria sentir em minha pobre cabeça, que já estava em agonia na Sexta-feira, já transformada em dor pelo esforço da noite de Quinta-feira, essa minha pobre cabeça, na qual fervia a febre de todo o Corpo dilacerado e das intoxicações provocadas pelas torturas!
613.6E na Cabeça os olhos tiveram a sua dor, e a tiveram a boca, o nariz e a língua. Para reparar os vossos olhares, tão desejosos de ver aquilo que é mal e tão esquecidos de procurar Deus, para reparar às muitas mentirosas, e sujas, e luxuriosas palavras que dizeis, em vez de usar os lábios para rezar, para ensinar, para confortar; tiveram a sua tortura o nariz e a língua para reparar a vossa gula e a vossa sensualidade do olfato, pelos quais também cometeis imperfeições que são terreno para culpas mais graves, e culpas com avidez de alimentos supérfluos, sem piedade de quem tem fome, de alimentos que vos podeis permitir muitas vezes recorrendo a meios ilícitos de lucro.
Os meus órgãos não estavam isentos de sofrimento. Nenhum deles. Sufocamento e tosse para os pulmões contundidos pela bárbara flagelação e com edemas pela posição na cruz. Afã e dor ao coração destroçado e enfraquecido pela cruel flagelação, pela dor moral que a havia precedido, pela fadiga da subida sob o grave peso do lenho, pela anemia consecutiva a todo o sangue perdido. Fígado congestionado, baço, rins contundidos e congestionados.
613.7Tu viste a coroa arroxeada que estava em torno de meus rins. Os vossos estudiosos, para dar uma prova à vossa incredulidade em relação àquela prova de meu sofrimento, que é o Sudário1, explicam que o sangue, o suor cadavérico e a ureia de um corpo super fatigado, misturando-se aos aromas, produziram aquela pintura natural do meu Corpo suprimido e torturado.
Melhor seria crer sem ter necessidade de tantas provas para crer. Melhor seria dizer: “Isto é obra de Deus!”, e bendizer a Deus que vos concedeu ter a prova indubitável de minha Crucificação e das torturas precedentes!
Mas como, agora, não sabeis mais crer com a simplicidade das crianças, mas tendes necessidade de provas científicas — pobre fé a vossa, que sem o apoio e o aguilhão da ciência não sabe estar firme e caminhar — ficai sabendo que as contusões ferozes dos meus rins foram os agentes químicos mais potentes do milagre do Sudário. Os meus rins, quase exauridos pelos flagelos, não puderam mais trabalhar. Como aqueles queimados pelas chamas, foram incapazes de filtrar, e a ureia acumulou-se e se espalhou em meu sangue, em meu corpo, dando os sofrimentos da intoxicação urêmica, e o reagente que, transpirando do meu cadáver, fixou a imagem sobre a tela. Mas quem é médico entre vós, ou quem entre vós está doente de uremia, pode compreender quais sofrimentos deveriam dar-me as toxinas urêmicas, tão abundantes a ponto de serem capazes de produzir a imagem indelével.
613.8A sede. Que tortura a sede! Porém tu viste. Não houve ninguém, entre tantos, que naquelas horas soubesse dar-me uma gota de água. Desde a Ceia, Eu não tive nenhum conforto. E febre, sol, calor, poeira, sangramentos, davam tanta sede ao vosso Salvador.
Tu viste que rejeitei o vinho com mirra. Não queria adoçar meus sofrimentos. Quando alguém se oferta como vítima, é necessário ser vítima sem transações piedosas, sem comprometimentos, sem adoçamentos. É necessário beber o cálice assim como nos é dado. Experimentar o azedo e o fel até o fim. Não o vinho drogado que produz um alívio da dor.
Oh! A sorte da vítima é bem severa! Mas bem-aventurado quem a elege por sua sorte.
613.9Este é o sofrer de teu Jesus em seu Corpo inocente. E não te falo das torturas do afeto por minha Mãe e pela sua dor. Era necessária aquela dor. Mas para Mim foi uma separação cruel. Só o Pai sabe o que sofreu o seu Verbo no espírito, na moral, no físico! Também a presença da Mãe — se foi a coisa mais desejada de meu coração, que tinha necessidade de ter aquele conforto na solidão infinita que o circundava, infinita, solidão provinda de Deus e dos homens — foi uma tortura.
Ela precisava estar lá, anjo de carne para impedir que o desespero me assaltasse, como o anjo espiritual o havia impedido no Getsêmani; precisava estar lá para unir a minha Dor à sua pela vossa Redenção; precisava estar lá para receber a investidura de Mãe do gênero humano. Mas vê-la morrer a cada frêmito meu foi a minha grande dor. Nem mesmo a traição, nem o conhecimento que o meu Sacrifício seria inútil para tantos, estas duas dores que poucas horas antes me pareceram tão grandes até o ponto de fazer-me suar sangue, não eram comparáveis a esta.
613.10Mas tu viste como Maria foi grande naquela hora. A separação não a impediu de ser mais forte que Judite. Esta matou2. Aquela se fez matar através de sua Criatura. E não imprecou, e não odiou. Rezou, amou, obedeceu. Mãe sempre, até em pensar, no meio daquelas torturas, que o seu Jesus tinha necessidade de seu véu virginal sobre suas carnes inocentes para defesa de seu pudor, Ela soube ser ao mesmo tempo Filha do Pai dos Céus e obedecer à sua tremenda vontade naquela hora. Não imprecou, não se rebelou. Nem a Deus, nem aos homens. Perdoou a estes. Disse “Fiat” Àquele.
Também depois tu a ouviste: “Pai, eu te amo e Tu nos amaste!” Recorda e proclama que Deus a amou e lhe renova o seu ato de amor. Naquela hora! Depois que o Pai a transpassou e tirou sua razão de ser. Ama-o. Não diz: “Não te amo porque Tu me golpeaste!” Ela O ama. E não se aflige pela sua dor. Mas pela dor sofrida pelo Filho. Não grita pelo seu coração despedaçado, mas pelo meu coração transpassado. Disto pede razão ao Pai, não de sua dor. Pergunta o porquê ao Pai em nome de Filho deles.
613.11Ela é realmente a Esposa de Deus. Ela é realmente aquela que concebeu pela união com Deus. Ela sabe que nenhum contato humano gerou a sua Criatura, mas somente o Fogo aceso pelo Céu, que penetrou em seu seio imaculado e depôs o Germe divino, a Carne do Homem-Deus, do Deus-Homem, do Redentor do mundo. Ela sabe, e como esposa e mãe pergunta o porquê daquela ferida. As outras deviam ser dadas. Mas esta, quando se havia consumado, por quê?
Pobre Mãe! Houve um porquê, que a tua dor não te permitiu ler sobre a minha ferida. E foi para que os homens vissem o Coração de Deus. Tu o viste, Maria. E não o esquecerás jamais.
Mas, vês? Maria, não obstante não veja naquele momento as razões sobrenaturais daquela ferida, pensa logo que ela me fez mal e bendisse a Deus. Que aquela ferida faça tanto mal a ela, pobre Mãe, Ela não se importa. Não fez mal a Mim, e isto lhe basta e lhe serve para bendizer Deus que a imola.
613.12Pede unicamente um pouco de conforto para não morrer. É necessária à Igreja nascente, da qual tornou-se Mãe poucas horas antes. A Igreja, como um recém-nascido, tem necessidade de cuidados e de leite materno. Maria o dará à Igreja, sustentando os apóstolos, falando a eles do Salvador, rezando pela Igreja. Mas como o poderia fazer se morresse naquela tarde? A Igreja, que tinha poucos dias por permanecer sem seu Chefe, permaneceria órfã totalmente se também a Mãe expirasse. E a sorte dos recém-nascidos órfãos é sempre precária.
Deus não desilude jamais uma justa oração e conforta os seus filhos que esperam Nele. Maria prova-o no conforto de Verônica. Ela, a pobre Mãe, estampou nos olhos a efígie do meu Rosto morto. Mas não pode resistir a este olhar. Aquele não é mais o seu Jesus, está envelhecido, sofrido, com os olhos fechados que não a observam, com a boca contorcida que não lhe fala e sorri. Mas eis um Rosto que é de Jesus vivo. Doloroso, ferido, mas vivo ainda. Eis o seu olhar que a fita, a sua boca que parece dizer: “Mamãe!” Eis o seu sorriso que a saúda ainda.
Oh! Maria! Procura o teu Jesus em tua dor. Ele virá sempre e te olhará, e te chamará, e te sorrirá. Partilharemos a dor, mas estaremos unidos!
613.13João, o pequeno João, partilhou com Maria e com Jesus a dor. Sê como João, sempre. Também nisto. Já te disse3: “Não serás grande pela contemplação e pelos ditados. Estes são meus. Mas pelo teu amor. E o amor maior é compartilhar da dor.” Isto permite intuir os mínimos desejos de Deus e de torná-los realidade, apesar dos obstáculos.
Olha com que sensibilidade viva e delicada João se conduz na noite de Quinta-feira até a noite de Sexta-feira. E depois. Mas observemo-lo naquelas horas.
Um momento de desânimo. Uma hora de peso. Mas, superado o sono com o acontecimento da captura e do amor, ele vem, arrastando-se atrás de Pedro, para que o Mestre tenha um conforto vendo o Chefe dos apóstolos e o Predileto entre os apóstolos.
E depois, pensa na Mãe, à qual qualquer cruel poderia capturar. E vai até ela. Ele não sabe que Maria já está vivendo os tormentos do Filho e que, enquanto os apóstolos dormiam, Ela velava e orava, agonizando com o Filho. Ele não sabia. E vai a Ela e a prepara para a notícia.
E depois faz o caminho entre a casa de Caifás4 e o Pretório, a casa de Caifás e a casa real de Herodes, e de novo da casa de Caifás ao Pretório. E fazer isso aquela manhã, atravessando a multidão embriagada de ódio, com as vestes que o acusam como galileu, não é fácil. Mas o amor o sustenta e ele não pensa em si, mas nas dores de Jesus e de sua Mãe. Poderia ser lapidado, porque é seguidor do Nazareno. Não importa. Ele desafia tudo. Os outros fugiram, estão escondidos, a prudência e o medo os conduzem. A ele é o amor que conduz, e permanece e se mostra. É um puro. O amor prospera na pureza.
E se a sua piedade e o seu bom senso o induzem a manter Maria longe da multidão e do Pretório — ele não sabe que Maria compartilha todas as torturas do Filho, sofrendo-as espiritualmente — quando julga ser a hora que Jesus tem necessidade da Mãe e que não é lícito manter ainda a Mãe separada do Filho, ele a conduz a Ele, a sustenta, a defende.
O que é aquele punhado de pessoas fiéis: um homem só, inerme, jovem, sem autoridade, como chefe de poucas mulheres, contra toda uma multidão bestializada? Nada. Um monte de folhas que o vento pode dispersar. Uma pequena barca sobre um oceano em tempestade que a pode fazer submergir. Não importa. O amor é a sua força e a sua vela. Ele vai armado pelo amor e com este protege a Mulher e as mulheres até o fim.
João possuiu o amor de compaixão como ninguém no mundo, exceto minha Mãe. Ele é modelo dos amorosos deste amor. É o teu mestre nisto. Segue-o no exemplo que te dá de pureza e de caridade, e serás grande.
Vai em paz, agora. Eu te abençoo.
[7 de abril de 1945]
613.14Diz Jesus:
– […]
E, dado que prevejo as observações de muitos Tomés e de muitos escribas de agora, sobre uma frase5 deste ditado, que parece em contraste com o gole de água oferecido por Longino… — oh! Como os negadores do sobrenatural, os racionalistas da perfeição ao contrário, rejubilariam em poder encontrar um fissura no magnífico complexo desta obra da bondade divina e do teu sacrifício, pequeno João, para poder, usando dessa fissura com o poder do seu racionalismo nocivo, fazer desabar tudo! — para prevenir isso, Eu digo e explico.
Aquele pobre gole de água — uma gota no incêndio da febre e no ardor das veias vazias — tomado por amor de uma alma que devia ser persuadida pelo amor para ser levada à Verdade, tomado com suma fadiga no afã agudo que me angustiava a respiração e obstaculava a deglutição, tanto Eu estava destruído pelos flagelos atrozes, não deu outro refrigério que aquele sobrenatural. Como carne foi um nada, para não dizer um tormento… Rios seriam necessários… e não me foram dados. Nem teria podido aceitá-los por causa da sufocação tão forte. Mas quanto refrigério me teriam dado ao Coração, se me fossem oferecidos! Era de amor que Eu morria. De amor não dado. A piedade é amor. E em Israel não houve amor.
Quando contemplais, vós bons, ou analisais, vós céticos, aquele “gole”, dai-lhe um justo nome: “piedade”, não bebida. Portanto, pode-se dizer, sem incorrer em mentira, que “da Ceia em diante eu não tive conforto.” Em todo o povo que me circundava não houve um que me desse conforto, visto que o vinho drogado Eu não quis beber. Tive desprezo e escárnios. Tive traições e batidas. Isto tive. Nada mais.
[…].
1 o Sudário, já mencionada pela escritora em 609.12, é aquele bem conhecido, que se conserva e se venera em Turim e que, segundo os escritos valtortianos, é autêntico. Trata-se do segundo dos dois sudários usados por Jesus morto, como será explicado em 644.4/9. Mencionam-se os sudários também em 637.7, 641.3 e 643.7.
2 matou, como se narra em: Judite 13.
3 Já te disse em 26 de dezembro de 1943, em “I quaderni del 1943” (Os cadernos de 1943).
4 de Caifás, omitido por três vezes no original, aqui é acrescentado tratando-se de um esquecimento da escritora, assinalado em uma “observação” de Jesus de 13 de maio de 1944, em “I quaderni del 1944” (Os cadernos de 1944).
5 frase, que está em 613.8 e que será esclarecida também no texto de 627.14. A referência aos Tomás explica-se com a data do “ditado” atual, que é a mesma da “visão” sobre a incredulidade do apóstolo Tomás (capítulo 628).
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