411. 411. Uma lição tirada da naturezae milagre da respigadura para uma velhinha.Como ajudar quem se corrige.


27 de setembro de 1944.

411.1 Por uma campina, que está toda loura pela cor da messe, Jesus vai passando com os seus discípulos. Está fazendo muito calor, ainda que o dia esteja em suas primeiras horas. Os ceifeiros estão roçando por entre os sulcos cheios de espigas, e assim vão aparecendo claros pelo meio do ouro dos cereais. As foices brilham, por um instante, ao sol, desaparecem por entre as altas espigas, tornam a aparecer do outro lado, também por um instante, e o punhado de hastes se inclina e cai, como se estivesse cansado por ter estado de pé por meses e meses, sobre uma terra esquentada pelo sol. Algumas mulheres estão passando, amarrando os feixes, atrás dos ceifeiros. A campina está, por toda parte, ocupada nesses trabalhos. A colheita foi muito boa, e os colhedores estão muito contentes com isso.

Muitos, quando o grupo dos apóstolos vai passando, ao longo da estrada, e eles estão perto dela, param, por um momento, o trabalho com a foice, apoiando-se na própria foice e enxugando o suor, e os ficam olhando, como o fazem também as mulheres que estão amarrando os feixes. Em suas roupas claras, com a cabeça coberta por uma tela branca, parecem outras tantas flores nascidas da terra, agora despojada do trigo, das papoulas, das flores-de-lis e das margaridas. Os homens, com vestes curtas, cinzentas ou amareladas, são menos adornados. Eles não têm de cor clara, senão um pano amarrado na cabeça com uma cordinha, e que cobre o pescoço e as faces. No meio daquela cor branca, os rostos bronzeados pelo sol parecem mais escuros.

Jesus, quando se vê observado, passa saudando:

– A paz e a bênção de Deus esteja convosco.

E eles respondem:

– E a bênção de Deus volte sobre Ti –ou simplesmente–, Esteja contigo também.

Alguns, mais faladores, fazem que Jesus se interesse pela colheita, e lhe dizem:

– Foi boa, este ano. Olha só que espigas bem granadas, e como estão bem fincadas no chão. Dá muito trabalho ceifá-las. Mas elas são pães!

– Sede agradecidos ao Senhor por isso. Vós sabeis que não é por palavras, mas com obras, que se há de mostrar a gratidão. Sede misericordiosos nesta vossa colheita, pensando no Altíssimo que foi misericordioso com suas orvalhadas e com o sol para os nossos campos, a fim de que tivésseis muito trigo. Lembrai-vos do preceito1,porque obriga o justo Deus a dar em maior abundância àquele que teve piedade.

Jesus vai passando, e repetindo os seus conselhos de amor.

411.2 O sol vai-se tornando mais quente. Os ceifeiros param o trabalho e os que estão perto das casas entram nelas, enquanto os que estão longe abrigam-se à sombra das árvores e lá descansam, comem e põem-se a cochilar.

Também Jesus vai-se abrigar em um pequeno bosque muito frondoso, que está no meio da campina, e, tendo-se assentado sobre a grama, depois de rezar, oferecendo o frugal alimento, composto de pão, queijo e azeitonas, o distribui dividido em partes, e come em companhia dos seus. Onde estão há sombra e um grande silêncio. É o silêncio das horas ensolaradas do verão. Um silêncio que convida ao sono. E a maior parte deles de fato começa a cochilar, depois de ter comido. Jesus, não. Ele descansa, com as costas apoiadas a uma árvore, e, nesse interim, se interessa em observar o trabalho dos insetos sobre as flores.

Em certo momento, faz sinal a João, a Judas Iscariotes e a um dos mais velhos, que Ele chama de Bartolomeu, e, tendo-os ao redor de Si, diz:

– Mas, observai este pequeno inseto, que trabalho está fazendo. Olhai. Há tempo que Eu o estou observando. Ele quer tirar deste cálice tão pequeno o mel que está lá no fundo. Mas, como não consegue passar, olhai: ele espicha primeiro uma patinha, depois a outra, e as molha no mel. Depois se alimenta com ele. Em poucos momentos esvazia o conteúdo do cálice. Vede que coisa admirável é a Providência de Deus! Não deixando de saber que, sem certos órgãos, o inseto, criado para ser um crisólito voando sobre o verde dos prados, não poderia alimentar-se, por isso o muniu desses tão minúsculos pelos, que ele tem ao longo das perninhas. Vós os estais vendo? Nem tu, Bartolomeu? Não? Olha bem. Agora vou pegá-lo, e to mostrar contra a luz.

E delicadamente pega o pequeno besouro, que parece de ouro brunido, e o põe deitado de costas em sua mão.

O besouro se faz de morto, e os três observam suas perninhas. Depois ele se põe a espernear para fugir. Naturalmente ele não consegue, mas Jesus o ajuda, e o põe em pé. O animalzinho caminha sobre a palma de sua mão e vai até a ponta dos dedos, pendura-se e abre as asas. Mas ele está ainda desconfiado.

– Ele não sabe que Eu só quero o bem de todos os seres, e só tem o seu pequeno instinto. É perfeito, se o considerarmos em sua natureza, que é suficiente para tudo aquilo de que ele precisa, mas é muito inferior ao pensamento humano. Por isto é que o inseto é irresponsável, se ele fizer alguma má ação. O homem, não. O homem tem em si uma luz de inteligência superior, e mais a terá quanto mais instruído for nas coisas de Deus. Por isto ele será responsável pelas suas obras.

411.3 – Então, Mestre –diz Bartolomeu–, nós, a quem Tu ensinas, temos muita responsabilidade?

– Muita. E mais responsabilidade tereis no futuro, quando o Sacrifício se tiver consumado, e a Redenção tiver vindo e, com ela a Graça, que é força e luz. E, depois dela, virá Quem ainda mais vos fará compreender para querer. Quem, pois, não quiser, será muito responsável.

– Então, bem poucos se salvarão!

– Por que, Bartolomeu?

– Porque o homem é tão fraco!

– Mas sua fraqueza se fortifica, porque, tendo confiança em Mim, ele se torna forte. Pensais que Eu não compreenda as vossas lutas? E não tenha dó de vossas fraquezas? Estais vendo? Satanás é como aquela aranha, que está tecendo a sua teia daquele raminho até este fuste. O fio é tão subtil e traiçoeiro. Olhai como ele brilha. Parece a prata de uma filigrana impalpável. Ele ficará invisível durante a noite, e amanhã pela manhã estará brilhando como pedrinhas preciosas, e as moscas imprudentes, que giram pela noite adentro, procurando alimentos pouco limpos, lá cairão, como também as pequeninas mariposas, que são atraídas por tudo o que brilha…

Outros apóstolos se aproximaram, e estão ouvindo as lições tiradas dos reinos vegetal e animal.

– Pois bem, o meu amor faz para com Satanás o que está fazendo agora a minha mão. Está destruindo a teia. Olhai como a aranha sai fugindo, e vai esconder-se. Ela tem medo do mais forte. Também Satanás tem medo do mais forte. E o mais forte é o Amor.

411.4 – Não seria melhor destruir a aranha? –diz Pedro, que é muito prático em suas conclusões.

– Seria melhor. Mas essa aranha cumpre o seu dever. É verdade que ela mata as pequenas mariposas, tão bonitinhas, mas também extermina um grande número de moscas sujas, que transmitem doenças e contaminações de doentes para sãos, de mortos para vivos.

– Mas, em nosso caso, que faz a aranha?

– Que ela faz, Simão? (Também Simão está muito velho, e é ele que se estava queixando2 de reumatismo). Ela faz aquilo que a boa vontade faz em vós. Destrói as tibiezas, os quietismos, as vãs precauções. Ela vos obriga a estar vigilantes. Que é que nos torna dignos de prêmio? É a luta e a vitória. Podeis ter vitória, sem que tenhais tido luta? A presença de Satanás nos obriga a uma contínua vigilância. O Amor, pois, que vos ama, torna a presença dele não inexoravelmente nociva. Se estiverdes perto do Amor, Satanás tentará, mas se tornará incapaz de fazer-vos um verdadeiro mal.

– Sempre?

– Sempre. Nas grandes, como nas pequenas coisas. Por exemplo, uma pequena coisa. A ti ele inutilmente aconselha que tomes cuidado com a tua saúde. É um conselho traiçoeiro, procurando separar-te de Mim. O amor te conserva unido a Mim, Simão, e as tuas dores perdem valor até aos teus próprios olhos.

– Oh! Senhor, Tu o estás sabendo?

– Sim. Mas não fiques desanimado por isso. Eia! Sus! O Amor te dará tanta coragem, que agora ele é o primeiro a sorrir diante da tua natureza humana, que treme com as tuas reumas…

Jesus se ri do confuso discípulo, e o aperta contra Si, para consolá-lo. Até no rir Ele é cheio de dignidade. Os outros também se riem.

411.5 – Quem vem comigo para ajudarmos aquela pobre velha? –diz Jesus mostrando uma velhinha que, desafiando o sol ardente, está respigando nos sulcos ceifados.

– Eu –diz João, e com ele Tomé e Tiago.

Mas Pedro pega João por uma manga, e, levando-o um pouco para longe, lhe diz:

– Pergunta ao Mestre o que o faz ficar tão alegre. Eu já lhe perguntei, mas Ele não me respondeu mais do que isto: “A minha alegria é ver que uma alma está à procura da Luz.” Mas, se tu lhe perguntares… A ti Ele diz tudo.

João fica indeciso entre a discrição, o desejo de saber e poder atender ao Pedro. Ele se aproxima lentamente de Jesus, que está no campo respigando. A velhinha, vendo todos aqueles jovens, sente-se desolada, e faz esforço para mostrar-se ágil.

– Mulher! Mulher! –grita Jesus–. Eu estou respigando para ti. Não fiques assim ao sol, mãe. Eu já vou.

A velhinha, admirada de tanta bondade, olha fixamente para Ele, depois obedece, e vai, com sua mirrada figurinha, meio corcunda e tremendo um pouco, ao longo da rala sombra da beira. Jesus continua ocupado em apanhar espigas. João acompanha de perto. Mais ao longe ficaram Tomé e Tiago.

– Mestre –diz, ofegante, João–, como é que achas tantas espigas? Eu, no sulco aí ao lado, só consigo achar muito poucas!

Jesus sorri, e não fala. Eu não poderia jurar. Mas me parece que as espigas ceifadas, e não apanhadas, vão aparecendo justamente lá por onde passa o olhar divino. Jesus as recolhe, e sorri. Ele já está com um verdadeiro feixes de espigas nos braços.

– Toma, João, o meu. Assim terás também muitas espigas, e a pequena mãe ficará contente.

– Mas, Mestre… Tu estás fazendo milagre? Não é possível que encontres tantas!

– Psiu! É para a pequena mãe… pensando na minha e na tua, olha como é a velhinha!… O bom Deus, que mata a fome do filhote do passarinho, que acabou de nascer, quer encher o pequeno depósito desta vovozinha. Ela terá pão para estes meses que lhe restam de vida. Ela não verá a nova colheita. Mas Eu não quero que ela passe fome em seu último inverno. Agora irás ouvir as exclamações. Prepara-te, João para ficares com os ouvidos dilacerados, como Eu me preparo para ser banhado pelo pranto e pelos beijos…

– Como, estás alegre nestes últimos dias. Por quê?

– És tu que o queres saber, ou é alguém que te manda?

João fica todo vermelho pelo cansaço, chega a ficar carmesim.

Jesus compreende:

– Dize a quem te mandou que há um meu irmão que está doente e procurando a cura. E a vontade dele de ficar são me enche de alegria.

– Quem é, Mestre?

– Um teu irmão, um que ama a Jesus, um pecador.

– Então, não é um de nós?

– João, crês tu que entre vós não haja pecado? Crês que Eu só me alegre por vós?

– Não, Mestre. Sei que nós também somos pecadores, e que Tu queres salvar a todos os homens.

– E, então? Eu te disse: “Não fiques indagando”, quando se tratava de descobrir o mal. Eu te digo a mesma coisa agora, quando vejo chegar uma aurora de bem… 411.6A paz esteja contigo, ó mãe. Aqui estão as nossas espigas. Os meus companheiros virão depois com as deles.

– Deus te abençoe, meu filho. Como foi que encontraste tantas? É verdade que eu pouco enxergo. Mas estes são dois feixes grandes de verdade…

A velhinha os apalpa com a mão trêmula e os acaricia, e quer levantá-los do chão… E não consegue.

– Nós vamos te ajudar… Onde é a tua casa?

– É aquela –e ela mostra uma casinha além dos campos.

– Estás sozinha, não é?

– Sim. Como sabes disso? E Tu quem és?

– Sou um que tem uma mãe.

– E esse é teu irmão?

– É meu amigo.

O amigo faz, por detrás das costas de Jesus, muitos sinais para a velha. Mas ela, com as pupilas enevoadas, não os vê. E, além disso, está muito atenta em observar a Jesus. Seu coração de velha não se comove.

– Estás suado, meu filho. vem para cá, abrigar-te debaixo desta árvore. Assenta-te. Olha como o teu suor está escorrendo! Enxuga-te com o meu véu. Está rasgado, mas está limpo. Toma, toma, meu filho.

– Obrigado, mãe.

– Bendita é a tua mãe, bom rapaz. Dize-me o teu nome e o dela. Para que eu os diga a Deus, e para que Ele vos abençoe.

– Maria e Jesus.

– Maria e Jesus… Maria e Jesus… Espera. Uma vez eu chorei muito… O filho do meu filho foi morto por ter defendido o seu filho homem, e o filho me morreu de dor por causa disso… e, então, diziam que o inocente foi morto, porque estavam procurando um com o nome de Jesus… Agora, eu estou no limiar da morte, e aquele Nome volta…

– Naquele tempo, por aquele Nome choraste, mãe. Agora, aquele Nome te dê a bênção…

– És Tu aquele Jesus… dize-o a uma que está para morrer, e que viveu sem maldizer, porque foi-lhe dito que sua dor era para salvar o Messias de Israel.

João continua a repetir os seus gestos. Jesus fica calado.

– Oh! Dize-o a mim! És Tu? Tu que vens abençoar-me no fim da minha vida? Em nome de Deus, fala.

– Sou Eu.

– Ah!

A velhinha se prostra no chão.

– Salvador meu! Eu vivi na espera, e não esperava poder ver-te. Será que verei o teu triunfo?

– Não, mãe. Como Moisés3, morrerás sem conhecer aquele dia.

Mas Eu te antecipo a paz de Deus. Eu sou a Paz. Eu sou o Caminho… Eu sou a vida. Tu, mãe e avó de justos, me verás em um outro eterno triunfo, e Eu te abrirei as portas a ti e ao teu filho, ao filho do filho e ao filho homem. Foi consagrado ao Senhor aquele filho homem, que morreu por Mim. Não chores, mãe!

– E eu toquei em Ti! Tu colheste as espigas para mim. Oh! Como é que eu podia merecer uma coisa assim?!

– Pela tua santa resignação. 411.7Vem, mãe, para tua casa. E que este trigo te dê pão para a alma, mais do que para o corpo. Eu sou o pão verdadeiro, que desceu do Céu, para matar todas as fomes dos corações. Vós, (Tiago e Tomé os alcançaram com os seus feixes), vós, pegai estes feixes, e vamos.

E vão todos os três carregados de espigas, e Jesus os acompanha com a vovozinha, que chora, e murmura palavras de oração.

Chegaram à casinha. Dois quartinhos, um forno minúsculo, uma figueira, alguns pés de videira. Asseio e pobreza.

– Este é o teu asilo?

– É este. Abençoa-o, Senhor.

– Chama-me de “filho”. E reza para que minha Mãe tenha conforto em sua dor, tu que sabes o que é a dor de uma mãe. Adeus, mãe. Eu te abençoo em nome do Deus verdadeiro.

E Jesus ergue a mão, e abençoa a pequena morada, depois se inclina, abraça a velhinha e a aperta ao coração, beija-a sobre a cabeça, coberta por uns poucos cabelinhos brancos. E ela chora, e roça os lábios nas mãos de Jesus, e o venera, e o ama… e me domina a dor. Porque penso em minha mãe, que ficou com medo de Ti, quando te viu… Por que4 medo de Ti, Jesus?

411.8Diz Jesus:

[…].

– O outro porquê que tens no coração é saber se Eu sabia que Judas não se salvaria, mesmo com aquele esforço para salvar-se.

Eu o sabia. E, então, por que Eu estava feliz? Porque só o desejo ainda presente, como uma flor na charneca, que era o coração de Judas, fazia ser olhado benignamente pelo Pai este meu discípulo, que Eu amava, e que Eu não teria podido salvar. O olhar de Deus sobre um coração! Que quereria Eu, senão que o Pai olhasse para todos vós e com amor? E Eu devia ficar feliz, por dar ao desgraçado ainda este meio para reerguer-se. O estímulo de minha alegria era vê-lo voltar para Mim.

Um dia depois de minha morte, João ficou sabendo desta verdade, e a contou a Pedro, a Tiago, a André e aos outros, pois assim Eu havia mandado ao Predileto, ao qual não ficou desconhecido nenhum segredo do meu coração. Ele o ficou sabendo, e o disse, a fim de que todos tivessem uma norma, para guiar depois os discípulos e os fiéis.

Sobre a alma que, tendo caído, vai ao ministro de Deus, e confessa o seu erro ao amigo ou ao filho, ao esposo ou ao irmão que, tendo errado, vão e lhe dizem: “Conserva-me contigo. Eu quero não errar mais, para não dar dor a Deus e a ti,” não se deve, além das outras coisas, ser causa de que falte a satisfação de ver a nossa felicidade, ao vê-los desejosos de fazer-nos felizes. Requer-se um tato infinito para curar os corações. Eu, Sabedoria, mesmo conhecendo que no caso de Judas isso era inútil, usei, para ensinar a todos a arte de redimir, de ajudar a quem se redime.

E agora Eu digo também a ti, como a Simão, o Cananeu: “Eia! Sus!” e te aperto contra Mim, para fazer-te perceber que há quem te ama. Destas mãos descem punições, mas também carícias, e, dos meus lábios, palavras severas, mas também mais numerosas, e ditas com muito mais alegria, palavras de comprazimento.

Vai em paz, Maria. Não deste desgosto ao teu Jesus, e isso seja o teu conforto.

5 preceito é aquele do Deuteronômio 24,19.
1 Dar é melhor do que receber é uma sentença de Jesus não relatada nos Evangelhos, mas recordada em Atos 20,35. Encontramo-la repetida em 547.2 e 596.17.
2 queixando, não em 410.5, mas em 361.3, observando as datas de redação.
3 Moisés, a morte da qual se fala em Deuteronômio 32,48-52; 34,1-8.
4 Por que…? A primeira respostas de Jesus, que se refere a mãe da escritora, é reportada no volume “I quaderni del 1944” (Os cadernos de 1944). O outro porquê se referese a Judas Iscariotes, a qual tentativa de salvação se encontra em um episódio escrito quatro dias antes, em 23 de setembro de 1944, mas que terá lugar no capítulo 468.


1
2
3
4
5
6
7
8
9