94. 94. Cura da Beldade de Corozaim.Jesus fala na sinagoga de Cafarnaum.
1 de fevereiro de 1945.
94.1 Jesus sai da casa da sogra de Pedro junto aos seus discípulos, menos Judas Tadeu. Quem o vê primeiro é um rapaz, que vai dar a notícia até a quem não o quer saber.
Jesus, que está à beira do lago, sentou-se à bordo do barco de Pedro e imediatamente se vê rodeado pelos moradores da cidade, que festejam a sua volta, e lhe fazem mil perguntas, às quais Jesus responde com aquela sua paciência insuperável, sorridente e plácido, como se todo aquele falatório fôsse uma harmonia celeste.
Também chega o arqui-sinagogo. Jesus se levanta para saudá-lo. A recíproca saudação é cheia de um respeito oriental.
– Mestre, posso esperar-te para a instrução ao povo?
– Sem dúvida, se tu e o povo o desejais.
– Nós o temos desejado todo este tempo. Eles o podem dizer.
O povo de fato o diz com uma nova gritaria.
– Então, lá pelo meio da tarde, estarei em tua casa. Agora ide todos. Preciso ir encontrar alguém que me quer.
O povo se afasta a contragosto, enquanto Jesus com Pedro e André vão com o barco no lago. Os outros discípulos ficam em terra.
94.2 O barco veleja por algum tempo e depois os dois pescadores o empurram por uma pequena enseada entre duas colinas baixas, que parecem ter sido, em origem, uma só, desmoronada ao centro pela erosão das águas ou por algum movimento telúrico, formando um minúsculo fiorde que, por não ser norueguês, não tem abetos, mas somente oliveiras descabeladas, nascidas não se sabe como sobre aquelas paredes íngremes, entre grandes pedras desmoronadas e enormes lascas emergentes, e entrelaçando suas frondes, contorcidas pelos ventos do lago, que aqui devem soprar constantemente até formar um teto, abaixo do qual espuma uma pequena torrente teimosa, cheia de barulho por causa das muitas cascatas, e de espuma, porque há uma queda de metro em metro, mas na realidade é um verdadeiro riozinho, entre os cursos d’água.
André pula na água para puxar o barco o mais possível para a margem e amarrá-lo a um tronco, enquanto Pedro amarra a vela e firma bem uma tábua para servir de ponte a Jesus.
– Mas –diz ele–, eu te aconselharia a tirar as sandálias, a tirar a veste e a fazer como nós. Aquele doido ali (e mostra a pequena torrente) faz ferver a água do lago, e não fica firme a ponte com este balanceamento.
Jesus obedece sem discutir. E, uma vez em terra, põem de novo as sandálias, e Jesus põe também a sua longa veste. Os outros ficam com suas curtas e escuras vestes de baixo.
94.3 – Onde estará? –pergunta Jesus.
– Certamente entranhou-se no mato, ao ouvir nossas vozes. Sabes… com o que ela tem sobre o corpo….
– Chama-a.
Pedro grita bem alto:
– Eu sou o discípulo do Rabi de Cafarnaum. E o Rabi está aqui. Vem para fora!
Ninguém dá sinal de vida.
– Ela não confia –explica André–. Um dia esteve alguém aqui que a chamou dizendo: “Vem, que aqui tem alimento”, e depois a recebeu a pedradas. Nós a vimos, então, pela primeira vez, porque eu, pelo menos, não me lembrava dela, quando era a Beldade de Corozaim.
– E que foi que fizestes naquela vez?
– Nós lhe jogamos um pão, peixe e um trapo, um pedaço de vela rasgada, que nós tínhamos para enxugar-nos, porque estava nua. Depois fugimos de lá para não nos contaminarmos.
– Como foi que voltastes então?
– Mestre… Tu estavas fora, e nós estávamos pensando no que poderíamos fazer para tornar-te cada vez mais conhecido. Pensamos em todos os doentes, em todos os cegos, aleijados, mudos… e também nela. Nós dissemos: “Vamos tentar”. Sabes… muitos… oh! Certamente por nossa culpa, nos chamaram de doidos e não quiseram escutar-nos. Outros, ao invés, acreditaram em nós. Com ela fui eu mesmo que falei. Eu vim sozinho com o barco, em várias noites de luar. Eu a chamava, e dizia: “Sobre a pedra, aos pés da oliveira há pão e peixe. Vem, sem medo”, e ia-me embora. Ela devia ficar esperando que eu desaparecesse para vir, porque eu não a via nunca. Na sexta vez, eu a vi de pé sobre a margem, exatamente aí onde estás. Ela estava me esperando… Que horror! Eu não saí correndo, pensando em Ti… Ela me disse: “Quem és? Por que tens piedade?” Eu disse: “Porque sou discípulo da Piedade.” “Quem é?” “É Jesus da Galileia.” “E Ele vos ensina a ter piedade de nós?” “De todos.” “Mas sabes quem eu sou?” “És a Beldade de Corozaim, agora a leprosa.” “E também de mim tendes piedade?” “Ele diz que sua piedade é para com todos, e nós, para sermos como Ele, devemos tê-la com todos.” Nesse ponto, Mestre, a leprosa blasfemou sem querer. Ela disse: “Então Ele também deve ter sido um grande pecador.” Eu lhe disse: “Não. É o Messias, o Santo de Deus.” Queria dizer-lhe: “Maldita sejas pela tua língua”, mas não disse mais do que isso, porque pensei: “Em seu triste estado, ela não pode pensar na Misericórdia divina.” Então ela começou a chorar, e disse: “Oh! Se é o Santo, não pode, não, não pode ter piedade da Beldade. Da leprosa poderia… mas da Beldade não. E eu que esperava…” Perguntei: “Que esperavas, mulher?” “A cura… voltar ao mundo… entre os homens… morrer mendiga, mas entre os homens… não como uma fera em um covil de feras, às quais causo horror.” Eu lhe disse: “Tu me juras que, se voltares ao mundo, serás honesta?” E ela: “Sim. Deus me feriu justamente por meus pecados. O arrependimento está em mim. Minha alma leva a sua expiação, mas detesta o pecado para sempre.” Pareceu-me, então, que podia prometer-lhe a salvação em teu nome. E ela me disse: “Volta… volta outra vez. Fala-me Dele. Que minha alma o conheça antes dos meus olhos…” E ia falar de Ti como eu sei…
– E Eu venho a dar a salvação à primeira convertida do meu André –(porque foi André que sempre falou, enquanto Pedro foi pela torrente acima, pulando de uma pedra a outra, e chamando a leprosa).
94.4 Por fim, ela mostra o seu rosto horrível, entre as folhas de uma oliveira. Vê e dá um grito.
– Mas, desce daí, afinal –exclama Pedro–. Não quero te apedrejar! Não o estás vendo? Aqui está o Rabi Jesus.
A mulher se deixa resvalar pelo declive, digo assim pela rapidez com que ela desce, e chega aos pés de Jesus, antes que Pedro volte para perto do Mestre.
– Piedade, Senhor!
– És capaz de crer que Eu possa dar-te?
– Sim, porque és santo, e porque eu estou arrependida. Eu sou o pecado, mas Tu és a misericórdia. O teu discípulo foi o primeiro a ter Misericórdia de mim, e veio dar-me pão e fé. Limpa-me, Senhor, a alma, antes da carne. Porque eu sou três vezes impura, e se tens que me dar uma limpeza, uma só, eis, te peço a da minha alma pecadora. Antes de ter ouvido as tuas palavras, que ele me repetia, eu dizia: “Sarar para voltar entre os homens.” Agora que sei, digo: “Ser perdoada para ter a vida eterna.”
– E perdão Eu te dou. Nada mais do que isto, porém…
– Que sejas Tu bendito. Viverei na paz de Deus em minha caverna… livre… oh! Livre dos remorsos e dos temores. Não tenho mais medo da morte, agora que estou perdoada! Não tenho mais medo de Deus, agora que Tu me absolveste!
94.5 – Vai lavar-te no lago. E fica dentro d’água, até Eu te chamar.
A mulher, uma triste sombra de mulher esquelética, corroída, com os cabelos despenteados, duros, embranquecidos, levanta-se do chão, desce até a água do lago, e imerge, junto ao seu farrapo de veste que bem pouco a cobre.
– Por que mandaste que ela fôsse lavar-se? É verdade que o seu mau cheiro até nos faz adoecer, mas… eu não entendo –diz Pedro.
– Mulher, sai e vem aqui. Pega aquele pano que está sobre aquele ramo –(é o pano usado por Jesus para enxugar-se, depois de ter atravessado o pequeno vau do barco até a terra).
A mulher emerge obediente, completamente nua, tendo deixado o seu farrapo na água, para ir pegar o pano seco. O primeiro a gritar é Pedro, que a está olhando, enquanto André, mais esquivo, volta-lhe as costas. Mas, ao ouvir o grito de seu irmão, vira-se, e grita por sua vez. A mulher, que estava com os olhos de tal modo fixos em Jesus, que nem se preocupava com nada mais, ao ouvir aqueles gritos e ao ver aquelas mãos que lhe acenam, olha para si mesma… E vê que, com a veste rasgada, ficou no lago também a sua lepra. Ela não corre, como seria de se pensar. Prostra-se, encolhendo-se à beira d’água, vergonhosa de sua nudez, e tão emocionada, que fica incapaz de qualquer outra coisa, a não ser de chorar com um lamento longo e interminável, que é mais lancinante do que qualquer grito.
Jesus encaminha-se… a alcança… põe-lhe o pano nas costas, a acaricia apenas na cabeça, e lhe diz:
– Adeus. Sê boa. Mereceste a graça pela sinceridade do teu arrependimento. Cresce na fé do Cristo. E obedece à lei da purificação.
A mulher chora, chora sem parar… Somente quando ouve a batida da tábua, que Pedro joga de novo sobre o barco é que levanta a cabeça, estende os braços e grita:
– Obrigada, Senhor. Obrigada, bendito. Oh! bendito, bendito!…
Jesus lhe faz um gesto de despedida, antes que o barco faça a última curva do pequeno fiorde, e desapareça…
94.6 … Jesus, agora com todos os discípulos, entra na sinagoga de Cafarnaum, depois de ter atravessado a praça e a estrada que vão para lá. A notícia do novo milagre já deve ter corrido, porque ali há muito sussurro e muitos comentários.
Exatamente sobre o limiar da porta da sinagoga, vejo o futuro apóstolo Mateus. Fica ali, meio dentro e meio fora, não sei se vergonhoso ou se importunado por todas as piscadelas, das quais está sendo feito alvo e também por algum apelido pouco agradável que lhe é endereçado. Dois empertigados fariseus recolhem estudadamente os seus amplos mantos, como se estivessem com medo de apanhar a peste, roçando com eles na veste de Mateus.
Jesus, entrando, o fixa por um instante e, por um instante para. Mas Mateus inclina a cabeça.
Pedro, logo que se afastaram dali, diz em voz baixa a Jesus:
– Sabes quem é aquele homem de cabelos encaracolados, mais perfumado do que uma mulher? É Mateus, o nosso fiscal… Que será que ele veio fazer aqui? É a primeira vez que vem. Talvez não encontrou os companheiros, e sobretudo as companheiras, com os quais passa o sábado, gastando em orgias o que suga em taxas de impostos duplicadas e triplicadas para sustentar o vício.
Jesus olha para Pedro tão severamente, que Pedro fica vermelho como uma papoula, e inclina a cabeça, parando, de modo que do primeiro torna-se o último no grupo apostólico.
94.7 Jesus está em seu lugar. Depois dos cantos e das orações feitas com o povo, vira-se para falar. O arqui-sinagogo lhe pergunta se quer algum rolo, mas Jesus responde:
– Não é preciso. Eu já tenho o assunto.
E inicia1:
– O grande rei de Israel, Davi de Belém, depois de ter pecado, chorou na contrição do seu coração, gritando a Deus o seu arrependimento, e pedindo a Deus perdão. Davi tinha ficado com seu espírito obcecado pela sensualidade, e isto não lhe permitia mais ver o rosto de Deus, nem compreender sua palavra.
O rosto, Eu disse. No coração do homem há um ponto que se recorda do rosto de Deus, é o ponto mais eleito, aquele que é o nosso Sancta Sanctorum, aquele do qual nascem as santas inspirações e as santas decisões, aquele que perfuma como um altar, brilha como uma fogueira, canta como um coro de serafins. Mas, quando em nós o pecado fumega, eis que aquele ponto se ofusca tanto que cessa a luz, o perfume, o canto, e fica somente o mau cheiro de uma fumaça pesada e um gosto de cinza. Quando porém, a luz volta, porque um servo de Deus a traz consigo ao que está no escuro, eis que então o homem vê a sua fealdade, a sua condição inferior e, horrorizado de si mesmo, exclama como o rei Davi: “Tem piedade de mim, ó Senhor, segundo a tua grande Misericórdia, e, pela tua infinita bondade, lava-me do meu pecado”, e não diz: “Não posso ser perdoado, por isso continuo a pecar.” Mas diz: “Eu estou humilhado, estou contrito, mas te peço, Tu que sabes como na culpa eu nasci, asperge-me e limpa-me para que eu volte a parecer como a neve dos cumes das montanhas.” Diz ainda: “Não de carneiros e bois será o meu holocausto, mas a verdadeira contrição do coração. Porque eu sei que Tu queres esta de nós, e não desprezas a contrição.”
Isto é o que dizia Davi, depois do pecado, e depois que Natan, o servo do Senhor, fez que ele se arrependesse. Isto, com maior razão, é o que devem dizer os pecadores, agora que o Senhor não lhe manda um dos seus servos, mas o próprio Redentor, o seu Verbo, o qual, justo e dominador, não só dos homens, mas também dos súperos, e dos ínferos, surgiu entre o seu povo, como a luz da aurora que, ao surgir o sol da manhã, brilha sem nuvens.
94.8 Já lestes como o homem, feito presa de Mamon, ficou mais fraco que um tuberculoso, que está morrendo, mesmo se antes era o “forte”. Sabeis como Sansão se tornou um nada, depois de ter-se entregado à sensualidade. Eu quero que conheçais a lição de Sansão, filho de Manué, destinado a vencer os filisteus, opressores de Israel. A primeira condição para que fôsse o vencedor era que, desde sua concepção se conservasse virgem de tudo o que excita o baixo sentido e estabelece uma união das entranhas do homem com carnes imundas: ou seja, vinho e cerveja e carnes gordas, que acendem os lombos com um fogo impuro. A segunda condição era que, para ser o libertador, fôsse consagrado ao Senhor desde a infância, e assim se conservasse para sempre como nazareno. Consagrado é aquele que, não só exteriormente, mas interiormente se conserva santo. Então Deus está com ele.
Mas a carne é carne, e satanás é tentação. E a tentação toma como instrumento a carne, para combater Deus em um coração e em seus santos decretos, e assim a mulher excita o homem. Eis então que a força do “forte” treme, e ele se torna um fraco, desperdiçando o dom que Deus lhe deu. Agora, escutai: Sansão foi amarrado com sete cordas, feitas com nervos frescos, com sete cordas novas, fixado ao chão pelas sete tranças dos seus cabelos. E ele sempre tinha vencido. Mas não se tenta o Senhor em vão, nem mesmo em sua bondade. Não é lícito. Ele perdoa, perdoa, perdoa. Mas exige que se tenha vontade de sair do pecado, para que continue a perdoar. É um tolo quem diz: “Perdão, Senhor”, e depois não foge do que o induz ao contínuo pecado! Sansão, três vezes vitorioso, não fugiu de Dalila, da sensualidade, do pecado e, enfadado até à morte, diz o Livro, caindo em desânimo, revelou o segredo: “A minha força está nas sete tranças.”
Não haverá ninguém entre vós que, cansado pela grande canseira do pecado, sinta faltar-lhe o ânimo, pois nada abate tanto quanto a má consciência, e esteja para se entregar vencido ao inimigo? Não, sejas tu quem fores, não, não faças isso. Sansão entregou à tentação o segredo de vencer as suas sete virtudes: as sete simbólicas tranças, as suas virtudes, ou seja, a sua fidelidade de nazareno; adormeceu cansado sobre o seio da mulher, e foi vencido. Cego, escravo, impotente, por haver recusado fidelidade ao seu voto. Nem voltou o “forte”, o “libertador”, senão quando, na dor de um verdadeiro arrependimento reencontrou a sua força…
Arrependimento, paciência, constância, heroísmo, e depois, ó pecadores, Eu vos prometo que sereis os libertadores de vós mesmos. Em verdade vos digo que não há batismo que valha, nem rito que tenha valor, se não houver arrependimento e vontade de renunciar ao pecado. Em verdade vos digo que não há pecador tão pecador, que não seja capaz de fazer renascer, com o seu pranto, as virtudes que o pecado arrancou do seu coração.
94.9 Hoje uma mulher, uma culpada de Israel, punida por Deus pelo seu pecado, obteve Misericórdia por seu arrependimento. Eu disse Misericórdia. Menos Misericórdia alcançarão aqueles que dela não tiveram Misericórdia e sobre a já punida, foram cruéis sem piedade. Aqueles não tinham em si mesmos a lepra da culpa? Cada um se examine… e tenha piedade para ter quem se apiede dele. Eu vos estendo a mão em favor desta arrependida, que volta entre os vivos, depois de uma segregação de morte. Simão de Jonas, não Eu, arrecadará o óbolo pela arrependida, que dos limiares da vida, volta à verdadeira Vida! E vós, grandes, não murmureis. Não murmureis. Eu ainda não era vivo, quando ela já era a Beldade. Mas vós o éreis. E Eu não digo mais nada.
– Estarás nos acusando de termos sido seus amantes? –pergunta rancoroso um dos dois velhos.
– Cada um tenha em sua frente o seu coração e as suas ações. Eu não acuso. Falo em nome da Justiça. Vamos.
E Jesus sai com os seus.
Mas Judas Iscariotes está sendo detido pelos dois que parecem já conhecê-lo. Eu ouço o que estão dizendo:
– Tu também estás com Ele? É santo realmente?
Iscariotes lança mão de um daqueles seus disparos sem direção:
– Eu faço votos que chegueis ao menos a compreender a sua santidade!
– Mas, no entanto, Ele curou em dia de sábado.
– Não. Ele perdoou em dia de sábado. E qual dia mais apto ao perdão do que o sábado? E não me dais nada pela remida?
– Não damos nosso dinheiro às meretrizes. Ele é oferecido ao Templo santo.
Judas dá uma risada irreverente, e os deixa sós, alcançando o Mestre, que está entrando de novo na casa de Pedro, o qual lhe está dizendo:
– Aí está! O pequeno Tiago, logo que saiu da sinagoga, me deu hoje duas bolsas, em vez de uma, e sempre por ordem daquele desconhecido. Mas, quem é ele, Mestre? Tu o sabes… Diz a mim.
Jesus sorri:
– Eu direi a ti, quando aprenderes a não murmurar contra ninguém.
E tudo tem fim.
1 E inicia, comentando o pecado e o arrependimento de David (narrados em 2 Samuel 11-12; Salmo 51) e prossegue comentando a história de Sansão (referida em: Juízes 13-16). De David, a parte as simples citações do seu nome, se fala ainda em: 215.2 – 217.3 – 263.2 – 337.2 – 389.2 – 394.2 – 447.2 – 558.1 – 580.3 – 588.6 – 632.33. Sansão vem ainda mencionado em: 104.4 – 215.2 – 218.3 – 376.9/10 – 467.9 – 625.1.